quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Dois Mil e Quinze

Sinceramente, há dias em que me pergunto porquê que as pessoas encorajaram-nos a escrever e porque ficaram tão felizes quando resolvemos dar uma chance ao (Tão) IntensaMente. Ao decidimos partilhar convosco os nossos rabiscos desajeitados, não tínhamos noção de quão grandioso este blog seria em tão pouco tempo. A cada vez que olhássemos para o número de visitas, custava crer que gente de tão longe ou mesmo de tão perto queria ler o (Tão) IntensaMente.

Escrever para mim, é degustar do sabor das palavras, sentir-lhes caminhar em minha mente a seu próprio passo. Não sei explicar como escrevo, mas escrevo muito para mim mesma. Gosto de me confortar, gosto de me despir para as letras. Escrevo sem saber em que direcção ir, por vezes só tenho uma frase e começo a envolve-la nas minhas cartas. Não sei donde tudo isto vem, mas gosto que vos agrade. É bom saber que mais gente sente o que sinto. Escrever para mim e tirar das palavras o prazer de existir.
-Leocádia Valoi

As palavras para mim servem de conforto, por isso brinco com elas. Não sou escritora, minha formação está ligada aos números e lógica, entretanto, é na escrita aonde me desdobro e transmito a visão que tenho do mundo, o sabor do toque e o descuido da alma. Minha imaginação não tem limites, e abusa do cheiro, contorno e flexibilidade do léxico à seu bel prazer. Me escondo em cada exclamação e me exponho a cada afirmação. Rio, choro, danço e pulo, porque é de vibração, calor e sentimento que a minha verborreia é feita.
-Rosema Matias

Obrigada à todos que deram uma vista de olhos, aos que comentaram e deram sugestões para que melhorássemos. Obrigada por cada minuto dispensado, por cada partilha e por cada voto de confiança. Vocês são as vírgulas que dão sentido às nossas frases.

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